quarta-feira, 1 de outubro de 2014

AMBURANA!!!


Nome científico: Amburana cearensis. Nome comum: Amburana, Cerejeira, cumaru-do-ceará, cumaré, cumaru-das-caatingas, imburana de cheiro, umburana. Família Fabaceae - Papilionoideae. Espécie pioneira, pode atingir alturas de 4 a 10 m de altura na caatinga e 10 a 20 m em solos mais férteis, com tronco marrom avermelhado de 40-80 cm. Madeira moderadamente pesada, macia, com cheiro de cumarina, moderadamente durável quando exposta à intempéries. Sua madeira é empregada em mobiliário fino, tanoaria, esculturas, balcões e marcenaria em geral. A árvore é muito ornamental, principalmente pela coloração dos seus ramos e tronco, sendo empregada com sucesso no paisagismo em geral. Plante também espécies de características de crescimento:Secundária Ex: Pau Brasil – Caesalpina echinata em bosque tipo mata atlântica, ou Jacarandá Branco – Platypodium elegans em Bosque tipo Cerrado. ClimácicasEx. Jequitibá – Cariniana estrellensis, ou o Cedro Rosa – Cedrella fissilis, em bosques tipo mata atlântica, ou a Sucupira Branca – Pterodon emarginatus em bosques tipo Cerrado. Bioma de ocorrência natural: Mata Atlântica e Cerrado.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                            
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                
Testes avaliam amburana como remédioPDFImprimir
Os sertanejos estavam certos. A casca da amburana pode mesmo ser eficiente no combate a dores e inflamações no corpo humano. Embora seu uso na medicina popular ainda não deva ser estimulado, o potencial medicinal da planta foi confirmado cientificamente por pesquisadores da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Petrolina. Os testes utilizaram um extrato com substâncias da amburana (Amburana cearensis) e obtiveram resultados promissores nas funções analgésica e antiinflamatória. A previsão para a chegada do produto ao mercado ainda é de oito a dez anos, mas a população poderá ser beneficiada com informações mais seguras sobre o seu uso bem antes disso.
Nativa da caatinga, a árvore ocorre naturalmente do Nordeste a São Paulo e o uso de suas cascas e sementes na medicina popular como analgésico é bastante difundido na região do semi-árido. "Esse costume é perigoso pois ainda não existem dados suficientes e as substâncias podem desencadear outras reações e contra-indicações", disse o orientador da pesquisa e professor do colegiado de medicina da Univasf, Lucindo José Quintans Júnior. Ele ressaltou que usos de alguns componentes da árvore como broncodilatadores foram comprovados em pesquisas no Ceará.
Reações
A estudante e autora da pesquisa, Rebecca Oliveira de Gois, avaliou as atividades antiinflamatórias e analgésicas da amburana em dois modelos experimentais com camundongos.
                 

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