segunda-feira, 29 de setembro de 2014

AMARELINHO!!!

AMARELINHO


Nome científico: Platymenia reticulata. Nome comum: A vinhático do campo, vinhatico do cerrado, amarelinho, pau de candeia. Família: Fabaceae - Mimosoideae.  Espécie pioneira, pode atingir alturas de 6 a 12 m de altura, com tronco de 30-50 cm de diâmetro. Madeira leve, dura, fácil de trabalhar, de alta resistência a fungos e cupins, com alburno diferenciado do cerne. Sua madeira é própria para marcenaria, lâminas faqueadas decorativas, acabamentos internos em construção civil, como rodapés, batentes de portas e esquadrias. A árvore é bastante ornamental e empregada em paisagismo, principalmente para arborização de ruas. É uma espécie pioneira adaptada à terrenos pobres, ótima para plantios mistos destinados à recomposição de áreas degradadas e de preservação permanente. Plante também espécies de características de crescimento: Secundária Ex: Pau Brasil – Caesalpina echinata em bosque tipo mata atlântica, ou Jacarandá Branco – Platypodium elegans em Bosque tipo Cerrado. Climácicas Ex. Jequitibá – Cariniana estrellensis, ou o Cedro Rosa –Cedrella fissilis, em bosques tipo mata atlântica, ou a Sucupira Branca –Pterodon emarginatus em bosques tipo Cerrado. Bioma de ocorrência natural: Cerrado.

domingo, 28 de setembro de 2014

AÇOITA-CAVALO-MIÚDO!!!

                AÇOITA-CAVALO-MIÚDO

 Nome científico:Luehea divaricata. Nome comum: Açoita-cavalo-miúdo, Açoita-cavalo, ibatingui, pau-de-canga, caiboti. Família Tiliaceae. Espécie pioneira, pode atingir alturas de 15 a 25 m de altura, com tronco de 50-60 cm. Madeira moderadamente pesada, resistente, extremamente flexível, mas de baixa resistência ao ataque de fungos e cupins. Sua madeira é empregada na fabricação de móveis, inclusive móveis curvados, caixotaria, cadeiras, salto de calçados, para construção civil como ripas, molduras, rodapés, etc. A árvore possui características ornamentais para o paisagismo em geral. Por ser uma espécie pioneira de rápido crescimento, é indicada para reflorestamentos mistos de áreas degradadas e de preservação permanente. Plante também espécies de características de crescimento: Secundária Ex: Pau Brasil – Caesalpina echinataem bosque tipo mata atlântica, ou Jacarandá Branco – Platypodium elegans em Bosque tipo Cerrado. Climácicas Ex. Jequitibá – Cariniana estrellensis, ou o Cedro Rosa – Cedrella fissilis, em bosques tipo mata atlântica, ou a Sucupira Branca – Pterodon emarginatus em bosques tipo Cerrado. Bioma de ocorrência natural: Mata Atlântica.                                                                                                                                                                       

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

JACARANDÁ!!!

O jacarandá-mimoso (Jacaranda mimosifolia, D. Don) é uma árvore ornamental da família Bignoniaceae, nativo da Argentina e Bolívia, que se encontra ameaçada em seu habitat natural.1
É uma das poucas árvores a ter o mesmo nome comum em quase todos os idiomas do mundo. Além disso, tem dois nomes científicos porque em 1822 foi identificada por duas pessoas que lhe deram nomes científicos diferentes: jacaranda mimosifolia e jacaranda rotundifolia.2

  Características[editar | editar código-fonte]


Jacarandás (Jacaranda mimosifolia).

Folha.
Árvore de porte médio, que atinge cerca de 15 metros. De copa rala, arredondada a irregular, folhagem delicada, é uma árvore decídua a semi-decídua. Seu caule, 30 a 40 cm de diâmetro, é um pouco retorcido, com casca clara e lisa quando jovem, que gradativamente vai se tornando áspera e escura com a idade. Suas folhas, que medem 40 cm de comprimento, são opostas e bipinadas, compostas por 25 a 30 pares de pequenos folíolos ovais delicados, de coloração verde-clara acinzentada, e se concentram na extremidade dos ramos. No inverno, o jacarandá-mimoso perde suas folhas, que dão lugar às flores na primavera. Suas flores são duráveis, perfumadas e grandes, de coloração azul ou arroxeada, em forma de trompete e arranjadas em inflorescências do tipo panícula. A floração se estende por toda a primavera e início do  verão. Os frutos surgem no outono, são lenhosos, deiscentes e contém numerosas e pequenas sementes. O fruto é cápsula lenhosa, muito dura, oval, achatada, com numerosas sementes.

Ocorrência[editar | editar código-fonte]

Nativa da ArgentinaPeru e sul do Brasil.3
Espécie pioneira, ocorre nos estados de São Paulo e Minas Gerais, nas formações florestais do complexo atlântico, como nos brejos de altitude do nordeste do Brasil. Pode ocorrer também em formações de cerrado, também na região Nordeste[carece de fontes].

Usos[editar | editar código-fonte]

 É  uma  árvore  maravilhosa  para a arborização urbana, caracterizada pela rusticidade, floração decorativa e crescimento rápido. Pode ser utilizada na ornamentação de ruas, calçadas, praças e parques, pois suas raízes não são agressivas. (É largamente utilizada no paisagismo, adornando pátios e jardins residenciais ou públicos, filtrando moderadamente a luz do sol).
Muitos países utilizam o jacarandá-mimoso na arborização de grandes cidades, entre estes podemos citar a Argentina, Brasil, África do Sul, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Itália, Espanha e México, entre outros.
A cidade de Pretória, na África do Sul, tem suas ruas arborizadas com jacarandá-mimoso, formados a partir de sementes levadas do Brasil.
A cidade de Lisboa tem vastas áreas cobertas de jacarandás-mimosos, sobretudo no Parque Eduardo VII, no Largo do Carmo, na zona do Príncipe Real e nas Avenidas 5 de Outubro e D. Carlos I. Os jacarandás lisboetas florescem em maio e são comummente elogiados por jornalistas e autores portugueses, entre os quais se destaca, pela persistência, António Barreto.
Sua madeira é de excelente qualidade e apresenta cor rosada muito apreciada, é muito dura, pesada, compacta e de longa durabilidade. Ela é empregada, por exemplo, na indústria moveleira, pisos laminados, instrumentos musicais e em aplicações no interior de automóveis de luxo.
Seus frutos são utilizados no artesanato para confecção de bijouterias.

Cultivo[editar | editar código-fonte]

Deve ser cultivada a sol pleno, em solo fértil, bem drenado, enriquecido com matéria orgânica e irrigado no primeiro ano após o plantio. Multiplica-se por sementes.
Adapta-se a uma ampla variedade de locais, mas aprecia o clima subtropical. Quando jovem, não tolera frio excessivo, mas torna-se mais resistente ao frio com o tempo. Não necessita podas ou qualquer tipo de manutenção. Não tolera secas prolongadas, ventos fortes ou a salinidade no solo. É resistente à poluição urbana moderada e à maioria das enfermidades.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

AÇOITA-CAVALO!!!


 AÇOITA-CAVALO!!!

Nome científico: Luehea grandiflora.Nome comum: Açoita-cavalo. Ivitinga, mutamba-preta (PA), papeá-guassu . Família: Tiliaceae.  Espécie pioneira, pode atingir alturas de 6 a 14 m de altura, com tronco de 30-50 cm de diâmetro. Madeira moderadamente pesada, de baixa resistência a fungos e cupins. Sua madeira pode ser empregada para estruturas de móveis, confecção de cadeiras, canga de bois, tamancos, salto de calçados, caixotaria, para construção civil, como ripas, caibros, etc. A árvore possui copa piramidal densa e pode ser incluída na arborização urbana. É uma espécie pioneira adaptada a terrenos secos e pobres, é indicada para reflorestamentos heterogêneos destinados à recomposição de áreas degradadas e de preservação permanente. Plante também espécies de características de crescimento: Secundária Ex: Pau Brasil –Caesalpina echinata em bosque tipo mata atlântica, ou Jacarandá Branco –Platypodium elegans em Bosque tipo Cerrado. Climácicas Ex. Jequitibá –Cariniana estrellensis, ou o Cedro Rosa – Cedrella fissilis, em bosques tipo mata atlântica, ou a Sucupira Branca – Pterodon emarginatus em bosques tipo Cerrado. Bioma de ocorrência natural: Cerrado.                                    

terça-feira, 23 de setembro de 2014

IPÊ-ROSA!!!

Ipê-rosa - Tabebuia impetiginosa

O Ipê-rosa (Tabebuia impetiginosa) é uma árvore da família Bignoniaceae, também conhecido como ipê-roxo-bola, ipê-rosa-de-folha-larga, pau-d'arco-roxo, pau-cachorro, ipê-de-minas, piúna e piúva-preta, entre outros nomes.

Características

Esta árvore tem, em média, entre 8 e 12 metros de altura (mas chega a 30 no interior das florestas). Trata-se de uma planta decídua durante o inverno. É característica das florestas semidecídua e pluvial. Suas folhas são compostas, tem sabor amargo e cheiro indistinto. Nas margens apresentam um leve serreado. Já os frutos, anuais, são do tipo cilíndrico e têm numerosas sementes aladas. Geralmente são atacados por insetos.
Além da beleza de suas flores, que chamam a atenção em qualquer paisagem (inclusive nas grandes cidades), sua madeira, dura ao corte e pesada, é usada para a construção externa (dormentes, cruzetas, postes, etc) e na produção de carvão.
Tem ainda aplicações medicinais e na recomposição vegetal de áreas degradadas de preservação permanente. Apesar de estar presente em quase todo o Brasil, a espécie corre perigo de extinção.

Época de frutificação e florada

Sua floração ocorre de julho a outubro, quando fica totalmente desprovida de folhas.

Cultivo

O crescimento do ipê-rosa é lento a moderado.

Aves mais atraídas pela planta

Periquitos, beija-flores, cambacicas, sabiás entre outros…

Fotos de aves na árvore


periquito-de-encontro-amarelo (Brotogeris chiriri)

Ocorrência natural

Natural do Brasil. Ocorre em quase em todo País (Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo). Ocorre em florestas ombrófilas densas e mistas, na estacional semidecidual, matas ciliares e, ocasionalmente, no cerrado e caatinga tanto no interior da floresta primária densa, como nas formações abertas e secundárias.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

IPÊ ROXO!!!

Handroanthus impetiginosus1 é uma árvore nativa da Mata Atlântica brasileira.
Seus nomes populares mais conhecidos são: piúva, ipê-rosa, pau-d'arco,piúna, ipê-roxo, ipê-roxo-de-bola, ipê-una, ipê-roxo-grande, ipê-de-minas,piúna-roxa
A reclassificação recente do gênero Tabebuia colocou como mesma espécie aTabebuia impetiginosa e a Tabebuia avellanedae, mas há discordância de botânicos brasileiros.2

Ocorrência[editar | editar código-fonte]

É encontrada tanto na floresta pluvial atlântica como na semidecidual. Por vezes ocorre também no cerrado.
Nativa dos estados Brasileiro do Acre, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo.
Ocorre também na Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Venezuela, na América do Sul; em El Salvador, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Nicarágua e Panamá, ma América Central, e no México (América do Norte).
Costuma viver em matas ciliares no cerrado, e em áreas perto de rios.

Características[editar | editar código-fonte]

Árvore decídua, de crescimento rápido, com altura de 8 a 12 m, pode chegar aos 30 m no interior da mata.
As folhas são compostas com 5 folíolos grandes, como a maioria dos ipês. São coriáceas ou subcoriáceas.
Inflorescência.
Como os demais ipês, é uma árvore ornamental, cuja floração ocorre na estação seca (maio-agosto), época em que perde todas as folhas. A inflorescência é um panículo terminal, as flores que vão do rosa ao lilás duram poucos dias e fornecem alimento para insetos  apícolas, aves   e  macacos .
O fruto é um legume deiscente e as sementes são dispersas por anemocoria(pelo vento).

Usos[editar | editar código-fonte]

Em arborização urbana na Argentina.
A árvore é muito usada em arborização urbana no sudeste e centro-oeste do Brasil.
A madeira apresenta boa durabilidade e resistência contra organismos que dela se alimentam (xilófagos), sendo difícil de serrar ou pregar. Utilizada na construção civil, currais, acabamentos internos, instrumentos musicais e bolas de boliche.
Da casca, são extraídos os ácidos tânicos e lapáchico, sais alcalinos e corante que é usado para tingir algodão e seda.

Uso medicinal[editar | editar código-fonte]

O ipê-roxo é muito usado em medicina popular no combate de câncer e inflamações; o extrato da entre casca é depurativo e bactericida. Conhecida por lapachol, a substância tem o poder de inibir o crescimento de tumores malignos e, ao mesmo tempo, reduzir a dor.
Da entrecasca faz-se um chá que é usado no tratamento de gripes e depurativo do sangue. A casca da espécie está entre os produtos amazônicos, com reconhecido poder medicinal, mais procurados.
As folhas são utilizadas contra úlceras sifilíticas e blenorrágicas. A espécie também tem propriedades anticancerígenas, anti-reumáticas e antianêmicas.
O ipê-roxo também é usado como recurso medicinal no estado do Mato Grosso para tratamento de diabetes mellitus.
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